24 de julho de 2007
Era uma vez uma tartaruga muito bonita, mas ela achava que não era muito bonita, porque era muito verde. E assim, ela passava os dias infeliz, nem pulava nas águas bem azuis do lago onde morava e nem conversava com as outras tartarugas.
Ela se chamava Adélia, mas as outras tartaruguinhas lhe apelidaram de azeitona, então ela se sentia anda pior. O que era uma azeitona, isso a Adélia não sabia, mas não devia ser alguma coisa muito boa. A-ZEI-TO-NA, que nome esquisito...
Uma tarde, houve um grande barulho nas águas do lago; um grande pássaro vermelho caíra na água, e fui uma grande confusão. Sem pensar duas vezes, Adélia se jogou na água e salvou o pássaro, carregando-o nas suas costas grandes e seguras.
O pássaro se chamava Gaspar e disse que tinha ficado muito satisfeito, e que iria recompensar Adélia, levando-a para voar e conhecer outras terras.
Foi só aí que Adélia viu como os campos, as planícies eram verdes, como as pessoas adoravam as árvores e as matas todas em diversos tons de verde. Então Gaspar levou a tartaruguinha para visitar uma plantação de oliveiras, que é o lugar onde se produz azeitona, e viu que da azeitona se faz óleo para alimento e que a azeitona é muito apreciada por todos. Que há vários tipos de azeitona e que todas são deliciosas, inclusive nas pizzas.
Foi então que Adélia se deu conta de que não tinha nenhum motivo para ser infeliz. Seu problema é que ela desconhecia que o verde era tão bonito e que a azeitona era tão gostosa. Foi apenas uma viagem para descobrir tudo isso, e sentir-se muito agradecida à Gaspar.
Então ambos tornaram-se amigos para sempre e nunca, mas nunca mais Adélia se sentiu infeliz; pelo contrário, quando alguém lhe dizia que ela era verde ou uma azeitona, ela sorria, feliz da vida e saía nadando pela lagoa, aproveitando o sol e a natureza que igualmente lhe sorria.
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sábado, 23 de fevereiro de 2013
Contos! A tartaruguinha verde
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